Passei quase duas horas analisando os documentos. A ligação era real. Keller criou as empresas, o dinheiro passou por elas e a Bellavista Eventos recebeu parte, enquanto Marchetti recebeu outra. E, pela primeira vez, havia um homem vivo no meio da cadeia financeira que não parecia descartável. Não significava que Adrian Keller conhecia o comandante da operação, mas conhecia alguém. E alguém tinha confiado nele o suficiente para movimentar milhões.
— Quero uma equipe em Zurique hoje — determinei.