Aquela respiração parecia uma serpente, que deslizava pelo meu pescoço e provocava sem piedade os meus nervos.
Agarrei com força a borda da pia, o corpo inteiro tenso, e perguntei a ele com firmeza:
— O que foi?
George me envolveu por trás, me apertando nos braços, enquanto beijos quentes e suaves caíam, um a um, na lateral do meu pescoço.
Tínhamos passado boa parte da noite juntos, e meu corpo ainda estava fraco e mole.
Com mais aquele carinho, minhas pernas quase cederam novamente. Só consegui