— Valentina... — Ele chamou meu nome em voz baixa, carregando uma emoção indefinida na voz.
Aquela voz grave e envolvente, além da maneira como ele se concentrava e se entregava na cama, sempre me fazia acreditar, por um instante, que ele ainda gostava um pouco de mim.
De repente, ele abaixou a cabeça, os lábios quase tocaram o canto da minha boca.
De repente...
— George... — A voz de Mariana soou abruptamente.
George parou o movimento. Imediatamente, eu o empurrei para longe.
Sim, ainda havia u