Eu e Bruno estávamos sentados na parte de trás.
Bruno me olhou e, meio sem jeito, pediu desculpas:
— Desculpe, Valentina. Desta vez, preciso usar os seus contatos para me ajudar.
— Você não precisa se desculpar comigo. Na verdade, eu e meu pai é que estamos te devendo. — Após uma breve pausa, continuei. — Mas, para ser sincera, eu realmente não conheço o Gabriel tão bem. Então, não posso garantir que vou conseguir convencar ele a investir.
— Não tem problema. Só quero que você faça o possível. —