Patrick entendeu que pintar era importante para ela, se quisesse que o casamento deles fosse "real", ele teria que ser o que ela precisava de apoio, parceria, talvez até mesmo amor. Ela já não precisava dele financeiramente, mas emocional, um desafio muito maior do que ele havia imaginado, mas que, paradoxalmente, o atraía ainda mais. Por um momento, Patrick sentiu um pavor gélido. Ele não sabia nada sobre amor. Sua vida sempre foi uma equação de interesses, números e lucros, de frieza e distan