Selene
O portão rangeu como sempre, mas, naquele momento, nada pareceu ameaçador. Os arqueiros estavam nos parapeitos, atentos, Dagan e Myra ladeavam a entrada, Iara no pátio, braços cruzados, postura de quem contaria cada palavra dita ali dentro.
O mensageiro aguardava entre sombras e vento, uma mulher de capa azul-acinzentada, capuz abaixado, o cabelo preso num coque firme. Carregava o estandarte branco com faixa cinza, diferente do que vimos antes, mas atado ao punho, como se dissesse que n