Capítulo 42

O carro parou diante da casa branca de madeira, e um homem saiu devagar, como quem não queria assustar a paisagem.

Leo vestia uma camisa de linho amarrotada, calça jeans e um tênis que já tinha visto dias melhores. Carregava uma sacola de papel pardo e um buquê torto de flores silvestres colhidas no caminho.

Sol atendeu a porta com um sorriso.

— Achei que você fosse chegar às quatro.

— Eu também. Mas o universo não conhece relógio.

— Ele conhece trânsito — disse ela, abrindo passagem. — Entra.

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