O carro parou diante da casa branca de madeira, e um homem saiu devagar, como quem não queria assustar a paisagem.
Leo vestia uma camisa de linho amarrotada, calça jeans e um tênis que já tinha visto dias melhores. Carregava uma sacola de papel pardo e um buquê torto de flores silvestres colhidas no caminho.
Sol atendeu a porta com um sorriso.
— Achei que você fosse chegar às quatro.
— Eu também. Mas o universo não conhece relógio.
— Ele conhece trânsito — disse ela, abrindo passagem. — Entra.