Ainda ajoelhado diante da tela, Noah passou a ponta dos dedos pela borda de madeira, como se aquele quadro tivesse algo vivo escondido dentro dele.
E talvez tivesse.
— Você colocou mesmo aquele bilhete do livro da Frida… — murmurou ele, tocando o canto inferior.
— Era o primeiro. E talvez o mais sem jeito. Mas foi onde tudo começou, né?
Ele sorriu com o canto da boca.
— Eu nem sabia se você ia entender.
Ou se ia rir de mim.
— Eu entendi.
E ri também. Mas de nervoso.
Porque ali eu soube que já e