Na manhã seguinte, Helena acordou tarde sentindo-se revigorada. Não havia o som estridente do despertador lembrando-a de que precisava servir um homem que, agora, ela via com clareza, jamais a amara de verdade.
Um leve sorriso escapou de seus lábios ao perceber a liberdade que se aproximava. Três dias, apenas três dias separavam-na da vida que escolheria viver para si mesma.
Levantou-se lentamente, ainda sentindo o peso da noite anterior se dissipar, e foi direto para o banheiro. O banho quente