Ser jovem é acreditar que o mundo começa no dia em que se nasce.
É olhar para os velhos com o desdém inocente de quem pensa que o tempo não ensina nada.
É crer que tecnologia substitui sabedoria, que telas iluminam mais que as estrelas, e que a vida pode ser dominada, reescrita, domada — como se fosse uma extensão da própria arrogância.
E como sempre, a juventude tropeça em si mesma.
Foi assim com João, Carlos, Sérgio, Amadeu e Rui, cinco desajustados que confundiam coragem com impulsividade,