O Egito, para os turistas, é um altar de luz.
Para os estudiosos, um relicário de mistérios.
Mas, para as sombras que rastejam nas frestas do mundo, o Egito é outra coisa:
um celeiro de espíritos antigos, um território onde o passado nunca dorme,
onde cada pedra conhece um segredo proibido,
e cada sarcófago guarda um sorriso que não deveria existir.
É também o lar perfeito para monstros que se disfarçam de homens.
E poucos monstros humanos foram tão discretamente vorazes quanto Bralhem.
Ele