Viver em Arrêt era infinitamente melhor do que vagar no velho Inferno.
Ali, finalmente, os ex-terrenos tinham corpos: carne, ossos, vibração densificada.
Corpos que queimavam com energia negra, que pulsavam como se tivessem sido moldados de sombras solidificadas. A matéria oferecia sensações, e sensações eram tudo o que os habitantes de Arrêt desejavam: estímulo, intensidade, excesso.
Eram instáveis, claro. Sempre foram.
Mesmo agora, com forma física, continuavam emocionalmente explosivos — a