Capítulo 165 …talvez seja o começo.
Ela…
A sala estava mergulhada em penumbra.
A lua desenhava feixes prateados no chão, contornando os móveis com uma ternura quase silenciosa.
As almofadas espalhadas pelo tapete ainda guardavam o calor dos nossos corpos entrelaçados, e eu podia sentir o ritmo da respiração de Klaus aquecendo minha nuca.
Me aninhei a ele, sentindo sua mão firme em minha cintura, seus dedos descansando ali, como quem jurava em silêncio que não me soltaria mais.
Um suspiro escapou