Ela…
A luz da manhã atravessava as cortinas devagar, como se pedisse licença para entrar.
Tocava o tapete da sala, serpenteando entre as almofadas espalhadas, e alcançava meu rosto com delicadeza.
Pisquei algumas vezes, ainda presa entre o sono e a realidade, antes de perceber que não estava sozinha.
Klaus.
Deitado ao meu lado, ele ainda dormia.
O peito subia e descia com tranquilidade, os traços firmes suavizados pelo descanso.
Havia algo na presença