A verdade, o sangue. e a luz
A Verdade, o Sangue e a Luz
Lorenzo entrou em casa ao entardecer, desabotoando a camisa, os olhos cansados de mais um dia de “trabalho”. O silêncio da casa o incomodou. Valentina não correu para abraçá-lo. Não havia cheiro de comida. O ar estava denso.
Isabela o esperava sentada no sofá, com o olhar fixo em nada. Seus olhos vermelhos, inchados. O rosto pálido.
— Isa...? — ele se aproximou, preocupado. — O que houve?
Ela ergueu os olhos devagar.
— Dominique passou aqui hoje.
Lorenzo congelou.
—