Quando abri a porta do apartamento, o cheiro de flores frescas misturado com comida caseira me recebeu de imediato. Encontrei Manu sentada à mesa, ajudando Rosa a ajeitar um arranjo no vaso de vidro.
— Eu disse para ela não se esforçar, Ravi — Rosa reclamou assim que me viu entrar, os olhos semicerrados em fingida bronca. — Mas essa menina não fica quieta.
Manu ergueu o rosto na minha direção, com um sorriso pequeno e desafiador.
— Estou só mexendo os braços. Não conta como esforço.
Não consegu