Maitê Bell
Meu coração não parava de martelar no peito. Desde o momento em que vi Gregório sentado naquela mesa de reuniões, como se fosse o dono do mundo, senti que algo terrível estava prestes a acontecer. Foi um milagre eu conseguir manter a compostura durante a apresentação. Cada palavra que saía da minha boca era treinada, cada sorriso, ensaiado. Por dentro, eu estava um caos, mas por fora eu felizmente consegui fingir estar bem.
Quando a reunião terminou, fiz o que precisava fazer: fugi.