Gregório Smith
O telefone caiu da minha mão e o som de vidro quebrando ecoou pelo chão do escritório. O grito de Maitê ainda estava na minha cabeça, repetindo como um eco torturante:
— Eu não consigo frear!
Meu coração estava disparado e minhas pernas pareciam não querer obedecer. Peguei o telefone novamente, tremendo, tentando ligar de volta. Não havia resposta depois do barulho do acidente.
— Mason! — gritei, minha voz ecoando pelo escritório.
Eu tinha deixado Ana Clara na casa dos avós e dep