AMAROK
Nesse exato momento, Melina dormia em meus braços, enquanto ainda tremia involuntariamente depois de quase esfolar meu pau em carne viva e seu corpo ter adormecido de exaustão.
O cheiro do quarto era inebriante, com uma mistura de sexo, suor e sangue fresco. A prova concreta de que Melina era realmente virgem estava no meu pau e na pequena mancha vermelha no lençol branco da cama.
Misturado à minha porra abundante que escorria entre as coxas dela.
Queria ter pegado Melina nos meus braço