MELINA
Eu ainda estava deitada na cama, ofegante, com meus olhos semicerrados e meu corpo tremendo sob o peso quente e duro de Amarok. O suor colava nossos corpos e minha respiração entrecortada parecia querer acompanhar o ritmo frenético do meu coração.
O quarto só não estava totalmente silencioso por causa dos nossos corpos que ainda se ajustavam um ao outro com as nossas respirações ofegantes, fazendo a madeira da cama ranger em protesto com nosso peso.
Amarok ainda estava dentro de mim,