MELINA
Só depois de relaxar totalmente nos braços do Alfa e voltar a me sentir protegida de novo, foi que eu percebi que havia sangue escorrendo do ombro de Amarok e consequentemente me sujando.
O sangue escorria pelo braço dele, pingando no assoalho de madeira com um som seco. A ferida no ombro dele não parecia mortal, mas era profunda o suficiente para expor carne e perder bastante sangue.
— Foi uma faca de prata… — Amarok disse, com a voz ficando cansada, ao me ver encarando seu ferimento.