A noite estava silenciosa, mas o sono de Luna era tudo, menos tranquilo.
Ela se revirava na cama, o rosto franzido em angústia, mergulhada em um pesadelo tão vívido que parecia real.
No sonho, corria por uma floresta escura, cercada por neblina e uivos que rasgavam o céu noturno. Seus pés descalços afundavam na lama, galhos arranhavam sua pele, mas ela não parava. Algo — ou alguém — a perseguia.
De repente, um vulto surgiu diante dela: um homem alto, olhos vermelhos brilhando na escuridão, o pe