O céu estava coberto por nuvens pesadas quando Luna saiu do chalé naquela madrugada. Um pressentimento incômodo a fizera despertar com o coração acelerado e a pele úmida de suor. Algo chamava por ela, uma presença sussurrando em seus sonhos, conduzindo seus passos até a floresta.
Vestiu um casaco, calçou as botas e seguiu o caminho silencioso entre as árvores. A névoa rasteira cobria o chão como um véu de mistério, e os sons da noite pareciam mais distantes do que nunca. Havia algo mágico — e