Luna passou a noite em claro, lembrando do confronto entre Allan e o caçador. As palavras dele ainda ecoavam em sua mente:
“Eu não sou humano. Pelo menos… não totalmente.”
Sentada à beira da cama, olhava para a lua cheia através da janela, como se ela tivesse as respostas. O que Allan realmente era? E por que ela sentia essa ligação inexplicável com ele, como se algo invisível os unisse?
---
No dia seguinte, Mérida a esperava na saída da escola. A loira estava mais séria que o normal, e Lun