Ava moura
A campainha tocou, e por um instante, fiquei parada no meio da sala, sentindo o peso daquele som. Eu sabia quem era. Sabia que essa conversa era inevitável, mas isso não tornava mais fácil encará-la. Suspirei, tentando acalmar o turbilhão de emoções antes de abrir a porta.
Hugo estava ali, parado na soleira, parecendo diferente como se um peso tivesse saído de seus ombros. Não porque o tempo o tivesse mudado fisicamente, mas porque havia algo em sua postura, em seu olhar, que eu n