Já no carro elas tiveram uma apresentação formal e riram por causa disso.
Ive começou brincando.
— Somos amigas, então acho que eu deveria parar de te chamar de mãe do Vini. Eu sou Ive e você?
— Laura.
— Prometo que sou legal, Laura, só um pouco distraída. Desculpa.
Elas conversaram por um longo tempo até chegarem a um lugar com a fachada toda em vidro fumê e plantas pendendo do segundo andar. Era elegante sem ser arrogante e bonito de um jeito que intimidava um pouco.
— Isso é algum tipo de loja de armas.
— Não, isso é um santuário. Pra você, pra mim, pra qualquer mulher que merece um dia de princesa. Ou de vilã rica, tanto faz.
O estacionamento era grande e organizado, com placas iluminadas indicando setores. Ive manobrou devagar, tão devagar que Laura ficou um pouco impaciente.
— Quer que eu saia e fale para você quando encostar?
— Eu diria que sei estacionar, mas isso seria tecnicamente mentira. Sou uma boa motorista, mas esses espaços pequenos me deixam com medo.
— Tá tud