Assim que a família saiu para o encontro com Joaquim.
A mãe de Antônio entrou no hotel, não precisou de muito para saber onde tinham escondido o seu filho.
Todos os canais de televisão estavam noticiando.
Demorou até ela conseguir a oportunidade ideal, jogou com as peças que tinha, mas sabia que não seriam o bastante.
Incriminar Ive foi uma jogada para ganhar tempo. Sara conseguiria provar o absurdo da teoria sem muito esforço, mas para isso. Teriam que esperar até o julgamento.
Mayana queria o filho de volta, se reunir novamente com o povo que a acolheu quando os Bianchi lhe viraram as costas e viver como se aquelas pessoas nunca tivessem existido.
Bateu em cada uma das portas... Andar por andar, quarto por quarto.
Jogando com a sorte como tinha feito durante toda a vida.
Até que enfim, a voz surgiu dentro atrás da madeira pintada de branco no oitavo andar.
— Ive?!
A porta se abriu e Antônio recuou alguns passos.
Se encolheu quando reconheceu o cheiro de ervas e sal marinho.
— Deja?