A mão áspera em sua cintura fez Ive puxar o ar mais forte. Antônio soltou, pediu desculpas.
— Eu não vi.
Tirou a mão e Ive puxou de volta.
— Tudo bem, Antônio. Eu também estou de roupa, nós dois estamos.
Ive guiou a mão do rapaz para o elástico da calcinha que estava usando.
Ele tocou com a ponta dos dedos, até o tecido parecia delicado demais, puro demais para que ele sujasse.
O dedo ficou entre a pele e o elástico.
Antônio não se moveu.
E ela continuou o banho sentindo o peso da mão em seu co