Antônio acordou várias vezes durante a noite, a perna doída, mas pensou que tinha sido uma boa escolha.
Gostava de poder tocar em Ive. O rosto era pequeno.
Tudo nela era menor do que ele espera.
Não comeu o pão na pedra que a mãe fez, queria sair.
— Tchavo, você não está com fome?
Ele amava aquele pão que Mayana fazia.
A massa ficava fininha e cheia de pedacinhos bons de morder.
Tomate, cebola e outras coisas que ele não sabia o nome, mas gostava.
— Conseguir moedas, Deja.
— Não pode trabalhar