Lucca paralisou, não por falta de prazer, estar dentro de Ive era a melhor coisa do mundo, a rigidez espremida, a voz dela saindo em gemidos ritmados, o cheiro da pele que ficava ainda mais forte.
As mãos deslizavam pela pele quente e a cada investida era como receber descargas de uma eletricidade pura e prazerosa que percorria seu corpo e inundava a sua mente dela.
Os cinco anos de escuridão haviam aguçado seus outros sentidos a um ponto de quase dor, e agora, ele percebia o mundo em camadas.
Naquela dança que Ive controlava ele não teve nenhuma escolha. Estava beijando a namorada quando ela se levantou e trocou a posição, primeiro a boca, depois sentiu ela lambuzar o rosto.
Ive se esfregava nele enquanto segurava seus testículos com os dedos delicados.
Ele estava quase gozando quando ela também perdeu o controle. O empurrão em seu peito veio pouco antes dela descer de uma vez enterrando em si mesma o que até há pouco ela só conseguia lamber.
O primeiro gemido foi de dor, Lucca ha