O som ofegante e a vasta e calorosa presença que ela sentia em sua confusão não eram ilusões.
Era verdade.
Eduardo realmente a tinha carregado nas costas.
Ele havia prometido que não a deixaria morrer enquanto estivesse ali, e cumpriu sua promessa.
No entanto, ela ainda não entendia por que um homem que a detestava tanto se arriscaria tanto para salvá-la.
Seus atos eram, afinal, uma contradição ao seu suposto desprezo por ela.
Ela levantou a mão, firmemente enfaixada, e a observou fixamente