Ela percebeu que a abertura no teto estava radiante, livre da neve e do vento que antes invadiam.
Se apresou em direção a Eduardo, tão ansiosa e alegre que quase tropeçou.
- Eduardo, acorde! A tempestade de neve acabou, venha ver!
Contudo, mesmo chamando-o assim, o homem estirado no chão não demonstrava sinais de despertar.
Eduardo sempre foi astuto e vigilante; não poderia estar dormindo tão profundamente.
Com um mau pressentimento, ela estendeu a mão rapidamente para sacudir seu ombro:
- Edua