- Não. - Respondeu Eduardo calmamente enquanto saboreava o café da manhã.
Ana não acreditou, fez um bico e disse com raiva:
- Ontem, a tia estava bem. Tenho certeza de que você a está incomodando. Por que ela parece tão infeliz então?
Eduardo respirou fundo e escolheu suas palavras com cuidado:
- oma o seu café da manhã, depois eu os levo para a escola.
Era evidente que o pai estava zangado, e José ficou em silêncio obedientemente.
Pedro, com a cabeça baixa, continuou a comer sem dizer uma pal