Ele a fitou instintivamente e, ao ver o medo e o pânico em seus olhos, seu coração apertou, acompanhado de uma pontada aguda de dor.
Estendeu a mão e afagou seus cabelos molhados e desalinhados, sussurrando suavemente:
- Não tenha medo, eu e as crianças estamos aqui, ninguém vai te machucar.
Ao dizer isso, tentou soltar a mão dela, mas a mulher segurou sua roupa como se estivesse se agarrando sua chance de salvação.
Eduardo suspirou com pesar e então ligou o rádio do carro. Uma música suave com