Maria o ignorou e, obedientemente, se sentou permitindo que Cláudio cuidasse de seu ferimento.
Eduardo permanecia ao lado, se sentindo completamente desnecessário.
- Você ainda não vai embora? O que é? Você quer que eu te acompanhe? - O tom frio de Maria soou novamente.
As pressões sucessivas tornaram cada vez mais evidente o quão dispensável Eduardo era. Seu rosto ficou sombrio, e sua mão ao lado dele se apertou com raiva.
- Papai, estou com muita fome. Você pode fazer macarrão para mim? E pra