- Deixe-me falar agora, aguarde em silêncio por enquanto.
Cláudio ficou momentaneamente atônito, e só conseguiu cobrir a boca dela de forma desajeitada, mas não conseguiu conter o fluxo de sangue fresco que escorria de seus lábios.
Maria segurou a mão dele e disse apressadamente:
- Depois que eu partir, você... Não revele a Eduardo onde meu corpo está sepultado, eu... Não quero... Não quero que ele veja.
Cláudio, em pânico, repetia o nome dela enquanto a envolvia nos braços e a colocava rapidame