A luz suave da manhã se infiltrava pela janela, criando pequenos feixes de sol que iluminavam o quarto. O som tranquilo da fazenda contrastava com a dor que latejava no meu pé. Pedro se mexia sonolento ao meu lado, seu corpo pequeno ainda enrolado nas cobertas. O efeito do álcool da noite anterior havia passado, mas o desconforto físico permanecia. Eu tentava me levantar, mas ao mover meu pé, a dor voltou de forma aguda, como um lembrete de que o repouso era inevitável. O acidente de carro já