Capítulo 41

Ana e eu decidimos não nos aventurar nas mesas de jogo ou nas máquinas reluzentes. Em vez disso, seguimos para o bar do cassino.

— Só uma água para mim, por motivos óbvios. — Ela disse, apontando para a barriga, ainda discreta, mas suficiente para justificar sua escolha.

— Eu, por outro lado, preciso de algo forte. — Respondi, enquanto nos acomodávamos nas banquetas em frente ao balcão.

Ana deu uma risadinha enquanto se acomodava ao meu lado.

— Parece que a noite está exigindo demais de
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