Ana e eu decidimos não nos aventurar nas mesas de jogo ou nas máquinas reluzentes. Em vez disso, seguimos para o bar do cassino.
— Só uma água para mim, por motivos óbvios. — Ela disse, apontando para a barriga, ainda discreta, mas suficiente para justificar sua escolha.
— Eu, por outro lado, preciso de algo forte. — Respondi, enquanto nos acomodávamos nas banquetas em frente ao balcão.
Ana deu uma risadinha enquanto se acomodava ao meu lado.
— Parece que a noite está exigindo demais de