Parte 108...
Matteo
O sol batia de lado na varanda dos fundos, atravessando a copa das árvores. Tizziano decidiu sentar na varanda atrás do escritório, onde ninguém iria atrapalhar nossa conversa. Só que agora ele mexia no celular, distraído, e eu tentava resolver mentalmente o problema das entregas no porto.
Tudo estava calmo. Até o celular vibrar.
Peguei da mesa. Uma mensagem sem nome, número desconhecido. Normalmente evito abrir, mas a curiosidade foi maior. Três imagens. Nenhum texto.
Abri.