O harém estava em silêncio, um silêncio falso, cheio de respiração presa e medo mal escondido. As cortinas vermelhas tremulavam com o vento que vinha das janelas entreabertas, e o cheiro de incenso e ferro queimado denunciava que a cerimônia no salão já tinha começado.
Juno estava sentada na beira da cama, os punhos fechados, o coração martelando. Emma se aproximou dela, o olhar inquieto, os lábios mordidos.
— Agora — sussurrou. — É agora ou nunca.
Justine arregalou os olhos.
— Você tem certez