O instinto. A fome. O domínio.
Ele abriu os olhos lentamente, puxou-a pelos cabelos com firmeza — mas sem dor — e a fez encará-lo, ainda ajoelhada, com os lábios úmidos e os olhos em chamas.
— Chega. — sua voz saiu baixa, grave, carregada de autoridade.
— Sou eu quem mando aqui ,Laura e nunca esqueça você apenas se entrega e me obedece, se quiser que eu te dê o prazer que anseia por sentir.
Laura arfou, um arrepio percorrendo sua espinha. Ela conhecia aquele olhar. Aquele tom. E desejava a