Mundo de ficçãoIniciar sessãoA sala de espera do hospital era fria, impessoal, iluminada demais para o momento que Laura vivia. O relógio na parede parecia zombar dela, os ponteiros se arrastando como se o tempo fizesse questão de torturá-la.
Sentada em uma das cadeiras desconfortáveis, ela abraçava os próprios joelhos como se quisesse proteger o pouco que restava de si. Seus olhos, inchados de tanto chorar, não piscavam mais. Fixos na porta da UTI, como se esperassem qu






