Bianca respirou fundo, finalmente sozinha na sala. O silêncio era quase um alívio depois da noite estranha que tivera. Walter estava no banheiro da suíte de hóspedes, e ela já se arrependia de tê-lo deixado entrar. O bom coração que tantas vezes fora sua maior virtude agora pesava como uma maldição.
Mas a tranquilidade durou pouco.
A campainha soou, quebrando o silêncio como um trovão.
O coração de Bianca disparou. Ela correu até a porta, espiou pelo olho mágico… e sentiu as pernas fraque