A logística que envolvia uma viagem internacional dos Cavalcanti assemelhava-se a uma operação militar de elite, executada com a precisão cirúrgica que apenas o dinheiro ilimitado pode comprar. Malas de grife em couro legítimo eram numeradas e catalogadas, passaportes organizados em pastas de crocodilo e o jato privado da família, um Gulfstream reluzente, aguardava no hangar com os motores aquecidos, tripulação de prontidão e champanhe Crystal no gelo. No meio de todo aquele luxo coreografado,