O ar na cobertura do Edifício Vitra estava carregado de um magnetismo vitorioso. O vidro, que geralmente servia como uma barreira fria entre o Dr. Alberto Santoro e a plebe lá embaixo, parecia agora o parapeito de um camarote real. O dispositivo de metal escovado, o pequeno HD que Mariana roubara usando Theo como escudo, repousava sobre a mesa de ébano como um troféu de guerra.
Alberto não escondia o júbilo. Para um homem que construíra sua carreira nas sombras da ética, possuir aquele objeto e