Saio do quarto do Marcos atordoado.
O corredor parece estreito demais. O ar pesa. O chão não parece firme.
Não pode ser.
Passei anos procurando a filha que, por imaturidade, rejeitei. Anos tentando apagar uma decisão que nunca me deixou em paz.
E agora… será que o destino resolveu trazê-la até mim assim? Tão perto. Tão tarde.
Ela disse que a Amélia está morta.
Meu peito aperta.
Deus… se a Ana for realmente minha filha… então a Amélia está morta.
Fecho os olhos por um segundo, mas a imagem não s