O quarto está em penumbra quando ele volta a ficar sonolento.
Os olhos pesam. A respiração desacelera.
Eu continuo ali. Sentada. Observando cada movimento como se vigiar fosse manter.
Quando percebo, o silêncio vence.
A cama ao lado está vazia.
É ali que me deito depois de algum tempo. Ainda vestida. Ainda alerta.
O corpo cede antes da cabeça.
Durmo pouco.
Acordo fácil.
O medo não deixa ir fundo.
O dia clareia pelas frestas da cortina. Marcos ainda dorme. O rosto mais sereno agora. Mesmo assim,