O beijo termina devagar.
Não há urgência, não há posse. Apenas uma promessa silenciosa — e é justamente isso que a assusta mais do que qualquer briga.
Ela se afasta primeiro.
Meu coração ainda bate forte, mas a mente já se arma em defesa.
Terei que fazer tudo do jeito que ela precisa agora.
Não posso assustar a Luana.
Vou conquistá-la aos poucos.
De repente, ela fala:
— Pietro… — a voz sai baixa. — Eu não sei se consigo confiar tão fácil assim.
Não solto as mãos dela.
— Eu sei — respondo, sem t