Depois do susto inicial — e do apoio firme do Marcos — ainda dentro da empresa, meus amigos vieram até mim. A notícia correu rápido. Rápido demais. Em poucas horas, praticamente todos já sabiam do que tinha acontecido. Olhares preocupados, perguntas contidas, abraços silenciosos.
Eu agradeci. Acolhi. Mas, no fundo, só uma coisa pulsava dentro de mim:
eu precisava estar com meus filhos.
Precisava senti-los. Tocá -los. Olhar para eles e confirmar, com o próprio corpo, que estavam bem. Que estavam