Enquanto ele fala… ele, não — agora tem um nome: Marcos Ferrari, meu patrão.
O homem que me tocou como ninguém.
Com quem eu perdi o controle.
Que ocupa meus pensamentos a maior parte do tempo.
Meu Deus… eu dormi com meu patrão.
Meu corpo quer reagir, minha mente tenta fugir.
Ele tem razão: não vai ser fácil esquecer a noite que tivemos.
Mas eu preciso começar daqui.
— O senhor tem razão — digo, mesmo sentindo minha voz quase falhar. — Não dá pra fingir que não houve… algo.
Ele ergue um